David Phelps - Blog Brasil: Um Sonho Chamado Barn Bash (Parte 3)

26 de abr de 2013

Um Sonho Chamado Barn Bash (Parte 3)

Pessoal, abaixo posto a parte 3 (INCOMPLETA) do relato Barn Bash. E explico o por quê: estou em dívida com vocês e PEÇO PERDÃÃO! Estou tentando finalizar isso desde o ano passado, mas acho que  será impossível acontecer, visto o pouco tempo que estou tendo, nos últimos meses, e por causa da própria memória que, passado todo esse tempo prejudica o relato na riqueza de detalhes. 

Eu escrevi da seguinte forma: relatei os momentos de cada música cantada e os intervalos entre elas.  Relatei a 1ª parte do 1º dia do concerto (sábado). Então fica faltando a 2ª parte do 1º dia e o 2º dia do concerto. Não prometo relatar o restante, mas talvez consiga fazer um pôst sucinto dependendo do que minha mente recordar. Espero que esse pequeno pedaço (mesmo sem fotos) dê uma noção do que é estar nesse evento maravilhoso que recomendo a todos e recordo prazerosamente.

Grande abraço. 

Elaine

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A medida que Mark finalizava os anúncios, os membros da banda e o backing vocal entraram e tomaram seus lugares. Abaixo uma listagem dos componentes da noite:

Backing vocals: Lana Hanahan, Callie Phelps (filha mais velha de David) e Sherri Proctor (irmã mais velha de David). 

Banda: Scott, na guitarra, Jack Daniels, no teclado, Greg Ricthie, na bateria, Daniel, no baixo e Alita, no violino.

A banda deu a partida e Mark anunciou: "Senhoras e senhores... David Phelps!"

David entrou, apressadamente, subiu os degraus e com o microfone já em mãos iniciou aquela grande noite com TENNESSEE, do álbum Family Band. Particularmente, eu já apostava que ele fosse abrir a noite com essa canção. Música de melodia deliciosa e envolvente. Não haveria música melhor para o começo do Barn Bash 2012. David parecia nos dizer através da canção: "Bem-vindos ao Tennessee, amigos! Este lugar não é formidável? Vocês irão amar isso!" A qualidade do som, a sintonia e harmonia da banda e do backing vocal com David eram, simplesmente, perfeitas.

O clima mudou bruscamente quando a banda introduziu HIGHER, do álbum The Voice. As luzes girando ao redor do palco e da platéia incorporaram a melodia eletrizante dessa canção que sempre me lembra, não sei o porquê...kkkk, as trilhas sonoras de "007". O timbre de David foi feito sob medida para essa música, que explodiu no coro "I'm going higher" com o efeito de prolongamento de voz, levando-nos ao entusiasmo. Parece que a primeira música foi apenas um aquecimento para as altas notas que aguardavam David nessa canção. E ele as fez tão fácil e naturalmente como faz um pássaro alçando vôo.

A terceira música foi novidade para mim. Chama-se MORNING HAS BROKEN e faz parte do novo projeto de David - Classic. Andei pesquisando sobre ela e se eu não estiver enganada é uma música bem conhecida de um hinário cristão dos EUA. Parece ser uma música a qual David deu uma nova roupagem. Lee Glover, fã de David, em seu relato no fórum oficial sobre o Barn Bash, diz que ele transformou essa música em uma canção de ritmo alegre. Ansiosa por escutá-la novamente.

Em seguida, David cantou THAT’S WHAT LOVE IS. É uma das clássicas e favoritas de sua carreira solo. É impressionante como Deus é capaz de falar a qualquer coração através dessa letra. David a escreveu tão bem. Difícil entender como ele foi capaz de expressar em tão poucas frases o significado desse nobre sentimento! Composição de um verdadeiro poeta inspirado por Deus. Antes de cantá-la, David falou sobre o quanto é importante valorizarmos os relacionamentos pois é a única coisa que levamos conosco dessa vida (eu via Patrick balançando a cabeça o tempo todo concordando com cada palavra dele). Eu penso que ele quis dizer sobre o amor. O amor dura para sempre e deve ser a base das nossas ações e relações. Foi isso o que Jesus nos ensinou, não foi? E quando David a canta, ele transmite amor através do seu olhar, simplesmente, porque ele canta algo que vive. É tão claro perceber que o amor, durante todos esses anos, tem sido a base de sua fé, de seu relacionamento familiar, de sua carreira, enfim...de toda a sua vida.

(*Observação:  ao amigo Tarcísio que, infelizmente, precisou cancelar a viagem. Quando David começou a cantá-la, lembrei-me de você e da Anne. Foi difícil ouvi-la, olhar para os lados e não ver vocês conosco, ali.)

O amor continuou através de HE LOOKED BEYOND MY FAULTS, doce canção que traz como esteio a graça maravilhosa de Deus através da cruz de Cristo, capaz de trazer perdão a nós, seres tão falhos e necessitados de Sua misericórdia. David cantou essa música tão linda e suavemente, com destaque para os arranjos do teclado tocado tão habilidosamente por Jack. David fez uma ministração maravilhosa nessa música. Como eu não fui capaz de entender, fico com as palavras de Lee de que David pediu que deixássemos a vida do lado de fora do celeiro e entregássemos tudo a Cristo. E que usássemos aquele fim de semana para nos reabastecer com Seu amor e Sua Palavra. 

David emendou em  IT'S WELL. Música conhecida de todos nós por fazer parte da maioria dos hinários brasileiros (SOU FELIZ COM JESUS...lembrou?).

Sherri introduziu docemente a próxima música do repertório com o hino tradicional de "Just As I Am". O mesmo hino cantado de fundo por um coral (no DVD Legacy of Love) enquanto David caminha pelo campo ministrando aos corações sobre amor de Deus. Quando a banda introduziu JUST AS I AM os meus olhos e os de Zane se encontraram imediatamente como se não acreditássemos que estivéssemos ali vendo e ouvindo David cantá-la ao vivo, tão pertinho de nós! Essa música era muito esperada. No Brasil, quando se fala em David, se fala em "Just As I Am" e vice-versa. Eu conheci o trabalho de carreira solo de David através  dessa música. Portanto, ela significa muito para mim. A letra é lindíssima...(sem comentários). David a cantou tão bem e nos deixou boquiabertos como sempre quando no trecho "So here I am", gradativamente, alcança notas tão elevadas. Foi simplesmente fantástico!

Como se não bastasse, pudemos nos deliciar, seguidamente, com ARMS OPEN WIDE - outra famosa de sua carreira solo.

Mudando o estilo musical do momento, Daniel introduziu a canção DELIVER ME com um belo solo de baixo e Sherri caprichou nos arranjos iniciais com sua voz de menina. O trio Jack, Sherri e David foi um arraso! Jack cantou na primeira parte do solo, seguido por Sherri e, após, David fechou com chave de ouro. Os três, lindamente, no coro. Música de letra fácil para acompanhar até para quem não domina o inglês, como eu! Deliciei-me com essa canção e pude participar ativamente com o meu balbuciar...kkkkk.

O concerto foi interrompido por um instante. Lori (esposa de David) subiu ao palco e falou sobre os produtos disponíveis na loja, chamado por eles de "Concession Stand". Eu ainda não tinha visto Lori desde que havia chegado à fazenda. Foi maravilhoso vê-la de perto trabalhando ativamente como braço direito do marido. Eles formam um lindo casal! Lori encanta pela simpatia, simplicidade e sorriso arrebatador. Aqueles minutinhos foram perfeitos para que David pudesse respirar um pouco e dar a platéia um gostinho de "quero mais".

Quando Lori se ausentou do palco, David caminhou em direção ao teclado. Isso encheu o meu coração de entusiasmo. Finalmente eu veria David tocar - e ele sabe fazer isso muito bem. A música dessa vez foi "FLY TO YOU". Confesso que não lembrei do título no momento. Lee me ajudou com seu relato. Mais uma do álbum The Voice. Jack enfeitou a música com seu instrumento de corda (se eu estiver certa, um bandolim) e David terminou, como sempre faz, com seus belíssimos e sempre improvisados arranjos no trecho final "I'd spread my wings and fly to you". Ele nunca os faz da mesma forma... Isso se torna delicioso aos ouvidos.

Outra pausa. Naquele momento, com a finalidade de anunciar os novos e esperados lançamentos do ano. Foi projetado em um telão o vídeo com uma prévia do novo projeto de David - "Classic". No vídeo, Bill apresenta pequenos trechos das músicas gravadas em Franklin. David estava um verdadeiro furacão. Essa obra parece ser ímpar e o estilo voltado para o clássico traz muita curiosidade aos fãs. A vontade que deu era de que o produto já estivesse à venda no Concession Stand para levarmos para casa. Foi divulgado, também, o "Pure and Simple" do GVB.

E para matar um pouco dessa curiosidade, David prossegue o concerto com COME TO JESUS - do novo álbum do GVB. A música é um solo de David. Se eu me lembro corretamente, Jack fez segunda voz em alguns trechos do coro e tocou o seu bandolim que deu um charme total à canção. Há som de gaita na introdução da música. Eu lembro de ter visto Jack com sua gaita. Não me lembro se foi nessa música. Adorei o estilo. Segundo Lee, é uma música folclórica no estilo bluegrass/bluesy. Para um bom entendedor de música, essa informação deve acrescentar algo. Acho difícil essa música não cativar a apreciação dos fãs brasileiros . Todos irão gostar muito!

Momento mágico em seguida: Maggie, a doce filha mais nova de David subiu ao palco para cantar AGNUS DEI com o pai. A música consta na lista do novo projeto. O estilo clássico foi incorporado, magnificamente pela entonação estilo ópera de David aos toques do teclado. Enquanto cantava, impecavelmente, Maggie observava atentamente o seu pai como um grande pintor  aprecia a obra de um artista em quem busca inspiração. À medida que David ia finalizando sua primeira parte, seu corpo e olhar eram direcionados a Maggie como quem buscasse transmitir toda a confiança e incentivo para que ela desse continuidade com a segurança que precisava. Foi lindo ver como David busca ser o apoio e incentivo musical na vida de seus filhos (quando eu falar sobre o quarteto dos filhos vocês irão entender!). A doce voz de Maggie encantou o público. Em momento algum ela escorregou ou se mostrou apreensiva. Por já ter cantado com o pai em outra ocasiões, já se sentia mais solta do que nas primeiras vezes. David passou seu braço por trás de Maggie e os dois fitaram o público num dueto de harmonia sem igual. Enquanto cantavam, olhavam um nos olhos do outro e David, delicadamente, ia dando o direcionamento corporal a Maggie para que todo o público ao redor do palco pudesse vê-los de frente. Ao final, em meio aos nossos aplausos, antes que Maggie pudesse descer do palco, David deu um abraço e um beijo na testa de sua filha. Lindo demais!

David havia guardado, então, aquele próximo momento para uma das músicas mais esperadas da noite. E eu me incluo nessa espera ansiosa. Eu já havia ouvido falar de THE DREAM quando Wes Hamptom, há tempos atrás, divulgou no FB ou Twitter (não me lembro bem) que essa música de David era lindíssima. David já a cantou em outras poucas ocasiões e os comentários surpresos e admirados dos Phelps Fans com quem me relaciono no dia-a-dia me deixaram curiosa. A música também faz parte do novo trabalho. No início, eu não consegui identificá-la. Apenas quando David pronunciou o seu título em meio a letra. Lindíssima! Não vejo a hora de estar com o DVD Classic em mãos. Acho que será uma das que mais se destacará na minha escolha de repetição...kkkk.


Observação: até essa parte, o relato foi escrito no dia 01/10/2012. Tive que interromper a postagem por causa do nascimento do meu bebê, dando continuidade hoje, dia 05/11/2012 (mais de 1 mês). Dessa forma, se houver alguma informação adiante que não bata com a parte de cima, vocês têm ciência da causa. Um exemplo: na parte anterior eu menciono o novo álbum Classic como um trabalho que ainda estava por ser lançado. Hoje, já tenho o Classic em mãos, o que pode ter influenciado a maneira de escrever a postagem.


Tivemos, depois de THE DREAM, um pequeno intervalo (acho que de uns 20 minutos, aproximadamente). Como eu já havia visitado a loja, já sabia o que levaria. O calor estava enorme e logo percebemos que a organização estava distribuindo sorvetes. Eu salivei só em pensar que poderia me refrescar com algo gelado, mas a ansiedade por adquirir produtos falou mais alto e fui para a loja novamente.  Separei 2 CD's e um moleton. Queria levar uma plaquinha, mas acabei desistindo e dando preferência à pré-encomenda do CLASSIC. Na fila do pagamento (que por sinal estava enorme), nos encontramos com Marsha Ferrick, grande amiga que conhecemos no concerto de Natal em New York. Marsha, sempre tão disponível e atenciosa ofereceu trazer sorvete enquanto aguardávamos na fila e prontamente aceitamos, agradecendo imensamente. Eu acho que ela sabia que talvez não nos sobraria tempo de obter os sorvetes depois de enfrentarmos aquela fila gigante. Obrigada, Marsha. Você não tem idéia de como aquele ato nos aliviou do calor! Quando nos aproximávamos do caixa, uma moça da organização nos ouviu conversando  em português e veio falar conosco (também em português). Isso nos surpreendeu e, então, ela nos disse que era filha de brasileiros, embora, não morasse no Brasil. Não me lembro se ela nasceu no Brasil e foi criada nos EUA ou se seus pais a tiveram já nos EUA. Uma pessoa extremamente simpática. Chama-se Priscila e mora na Flórida. Ela nos disse que a oportunidade de trabalhar no Barn Bash veio de um contato (amigo dela) que tem alguma ligação com a equipe técnica de David. Anotei seu e-mail e ficamos de nos comunicar depois do Barn Bash. Não sei se anotei errado, mas não consegui contato com ela depois do evento, o que considero até hoje, lamentável. Pessoa boníssima! Se algum Phelps Fan a reconhece e tem seu contato, por favor, me diga!


Fim.


Para ler parte 1: clique aqui.
Para ler parte 2: clique aqui.

2 comentários:

  1. Olá !!! Vim conhecer seu blog, gostei muito e estou seguindo.

    Tenho um grupo de divulgação de blogs chamado ENTRE BLOGS, será muito bom ter seu blog no grupo, se quiser participar só é preciso acessar e se inscrever.

    Graça e Paz

    Cris
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  2. Elaine, como faço para ir ao Barn Bash? Onde eles vendem ingressos? Qual o preço aproximado? Quando acontece? Gostaria muito de participar com minha família!!! Agradeço sua atenção!

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